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sexta-feira, fevereiro 12, 2016

A aventura pode ser louca, mas o aventureiro deve ser lúcido”

Aventura

“A aventura pode ser louca, mas o aventureiro deve ser lúcido”.
Gilbert Keith Chesterton, escritor e novelista inglês (1874/1916), ambientalista que se opôs à civilização industrial e ao cientificismo, contrapondo ao mundo moderno o ideal religioso.
Muitas pessoas têm surtos compulsivos e obsessivos ao perseguir metas ambiciosas e não raro perdem a lucidez, enveredando para comportamento bem próximo do irracional, ao atropelar a abstração Kantiana “tempo” e cometer desvarios, que vão desde o rude constrangimento aos circunstantes parceiros de projeto, até a agressão troglodita aos que sensatamente defendem posições intermediárias e bem próximas de um melhor tangível.
Evidentemente suas ações são predatórias e o resultado positivo, a qualquer preço, pode significar vitória de Pirro. Quando não houver dúvida de que atrás do empenho teimoso não existe nenhum carreirismo, há que se reconhecer o comportamento como  expressão de virtude maior chamada idealismo e que necessita sempre ser respeitada e aplaudida.
Idealismo é visão humanista do mundo sem lance de cartelismo ou monopólio no campo econômico. Idealismo é desapego a valores materiais através da dedicação sem expectativa de contrapartida de qualquer ordem. Idealismo é impulso do espírito no sentido de aperfeiçoamento enquanto criatura de Deus. Idealismo não é alienação ao que acontece ao derredor buscando conquistas e posicionamentos fascistóides, privilegiadores de corporações. Idealismo liricamente se estriba na ousadia para materializar grandes realizações. O “ataque aos moinhos de vento” existe sempre como o lado romântico dos empreendimentos consagrados. O líder que não ousa, não alcança sucesso e por isso não merece essa chancela. O líder sem idealismo não tem estofo e por isso não existe.
A lucidez e a prudência na hora certa é o segredo do sucesso do verdadeiro líder, que tal “como uma árvore que se dobra para não ser arrancada quando a borrasca é muito forte”, revê  e até retrocede em conceitos acessórios, para que o principal não seja aniquilado. Perseverar cegamente na direção do precipício é atitude irracional e suicida, que pode ser respeitável por exorbitante consideração à liberdade individual, mas sendo absolutamente condenável e até criminosa, se atrás de si leva toda uma obnubilada multidão. Correção de rota e revisão de estratégia são gestos inteligentes e próprios de comando lúcido. Não querer no meio do caminho receber achegas e contribuições de engajados na mesma luta é soberba e vituperiosa onisciência.
Não enxergar o melhor caminho em momentos críticos é imperdoável para os que se negam a ver o óbvio e intolerável quando pela incompetência de discernimento, sendo no caso impostores que não podem ocupar missões de comando e, por isso, precisam exercer a coragem e a dignidade da renúncia.

“A meta pode ser uma aventura louca, mas o aventureiro precisa ser lúcido”.

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