A Importância da Ética
Stephen Kanitz
Antigamente, moral e ética eram transmitidos às novas gerações pelas classes dominantes, pela aristocracia, pelos intelectuais, escritores e artistas. Era uma época em que os nobres eram nobres, exemplos a ser seguidos por todos. Hoje isso mudou. Nossas lideranças políticas, acadêmicas e empresariais não mais se preocupam em transmitir valores morais às futuras gerações. Não existe mais o "noblesse oblige", a obrigação dos nobres, como antigamente. Poetas até enaltecem os nossos "heróis sem caráter".
Hoje, quem quiser adquirir valores morais e éticos nesse mundo "moderno" terá de aprender as regras sozinho. Portanto, para não perder tempo, vamos começar com a primeira lição.
Vou mostrar a importância de criar um código de ética com um exemplo real. Vou romancear os personagens para os proteger, mas a história é verdadeira.
Um amigo de infância, o Zeca, casou-se com a garota mais linda da nossa turma. Ela tinha uma irmã mais nova e mais bonita de 12 anos. Nosso comentário era que ele estava casando com a irmã errada, mas estávamos todos morrendo de inveja.
Após dois anos de casado, o Zeca acabou transando com a linda cunhada e foi prontamente descoberto pela esposa. Só falamos disso por seis meses. Ele se desculpou dizendo: "Não sei o que passou pela minha cabeça, ela simplesmente se entregou". Fato mais comum do que se imagina, fruto da rivalidade entre belas irmãs.
Muitos anos depois, cada vez que encontrávamos o Zeca tentávamos disfarçar nosso sorriso malicioso. Mesmo vinte anos se passando, toda vez que eu o encontro, a primeira imagem que me vem à mente é: "Lá vem o Zeca, aquele que transou com a cunhada".
Isso é totalmente injusto de minha parte, afinal seu crime não durou mais que meia hora, e ele nunca voltou a repetí-lo. Já sofreu e pagou seu pecado, e mesmo assim, vinte anos depois, nós ainda o estávamos condenando. Pelas leis brasileiras, ele já havia cumprido pena e seria perdoado.
Por isso as gerações mais velhas criam uma moral e uma ética, uma religião, uma filosofia de vida transmitida às novas gerações para que elas não façam besteiras que possam marcá-las para o resto da vida. Transgredir a moral e a ética de sua comunidade traz penas bem mais severas que transgredir as leis de seu país.
Ter uma religião e não seguir os preceitos que ela advoga, algo que ocorre com frequência, é o pior dos dois mundos: aí você não procura uma ética melhor que o satisfaça nem segue a ética determinada por sua religião.
Na semana passada ligou um amigo de meu filho e anotei o recado:
- O Alfredo, filho do Zeca, te ligou - avisei no almoço.
- O Zeca, aquele que papou a cunhada? - disse meu filho com um sorriso malicioso.
Acho que ninguém de nossa turma tem hoje inveja do Zeca. Ele não somente pagou o preço, mas esse preço vai ser pago agora por seus filhos, netos e talvez bisnetos. Posso até imaginar daqui a trinta anos um comentário desses:
- Não é o neto do Zeca, aquele que foi pego na cama com a cunhada?
Os filhos, netos e bisnetos de nossos políticos, homens públicos, líderes e artistas que romperam com a ética terão de conviver com o eterno tititi sobre seus pais e nunca saberão dos comentários ditos pelas costas.
Se você tem uma religião e não a pratica, se você odeia as pregações de moralidade que seus pais lhe impõem, isso não o exime de procurar um sistema de referência melhor para sua vida, seja uma outra religião, seja uma conduta filosófica, seja um simples livro de auto-ajuda.
As conseqüências podem ser muito mais severas que as leis impostas pelo Estado, como descobriu meu querido amigo Zeca, aquele que transou com a cunhada.
Apresentação
marketing inteligente para pessoas e corporações inteligentes!
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sexta-feira, novembro 22, 2013
segunda-feira, agosto 26, 2013
Os Médicos e a Saúde Pública no Brasil
Para refletir:
* * * * *
Os Médicos e a Saúde Pública no Brasil
Desde 2002, os Governos Lula e até agora, no Governo Dilma, muito se questiona a saúde pública do País.
É claro e óbvio que faltou aos mesmos vontade política, seriedade e controle sistêmico do processo para realizar políticas públicas sérias que:
1. Percebesse a carência dos profissionais do setor;
2. Direcionasse as Universidades brasileiras para incrementar a formação desses profissionais;
3. Realizasse ações integradas com o CFM - Conselho Federal de Medicina e demais órgãos colegiados para preencher as lacunas existentes nas unidades de saúde das cidades brasileiras;
4. Efetivasse sério planejamento para resolver os entraves da saúde pública no Brasil.
Ou seja, absoluta incompetência na gestão da coisa pública! Sem contar o estado caótico que UBS e Hospitais continuam enfrentando exatamente por causa dessa mesma incompetência administrativa.
Pense nisso!
Sem mais comentários.
* * * * *
Os Médicos e a Saúde Pública no Brasil
Desde 2002, os Governos Lula e até agora, no Governo Dilma, muito se questiona a saúde pública do País.
É claro e óbvio que faltou aos mesmos vontade política, seriedade e controle sistêmico do processo para realizar políticas públicas sérias que:
1. Percebesse a carência dos profissionais do setor;
2. Direcionasse as Universidades brasileiras para incrementar a formação desses profissionais;
3. Realizasse ações integradas com o CFM - Conselho Federal de Medicina e demais órgãos colegiados para preencher as lacunas existentes nas unidades de saúde das cidades brasileiras;
4. Efetivasse sério planejamento para resolver os entraves da saúde pública no Brasil.
Ou seja, absoluta incompetência na gestão da coisa pública! Sem contar o estado caótico que UBS e Hospitais continuam enfrentando exatamente por causa dessa mesma incompetência administrativa.
Pense nisso!
Sem mais comentários.
sábado, julho 20, 2013
Você aí: VOCÊ ESTÁ SENDO MANIPULADO!
Fique atento e com senso crítico. Você está sendo manipulado pelo Governo e pelas mídias marrons pelo "Conceito de Hólon".
Hólon?: É simples: você faz parte da família, da rua, do bairro, do clube etc. Assim, "eu influencio você que, por sua vez, influencia o parente, o vizinho, o colega e eles, na sequência, fazem o mesmo, influenciando seus grupos de atuação.
Portanto, fique atento. São manobras para convencer você a qualquer custo!
(A palavra Hólon vem do grego Holos. O seu conceito descreve algo que é um todo em si mesmo e, simultaneamente, uma parte de um sistema maior.)
* * * * *
Conceito
de Hólon
Fundamentos
Arthur Koestler desenvolveu
o conceito de hólon.
Segundo Koestler, partes e
todo em sentido absoluto não existem. Todas as entidades, das moléculas aos
seres humanos e destes aos sistemas sociais, podem ser consideradas todo no
sentido de serem estruturas integradas e também partes de todos maiores, em
níveis superiores de complexidade.
Os hólons são possuidores
de duas tendências básicas: uma integrativa e outra auto-afirmativa. No que se
refere ao ser humano, tomado aqui como exemplo, a tendência integrativa dá ao
indivíduo a consciência gregária, que o faz sentir-se parte de um grupo, de uma
sociedade, de um todo maior. É graças a ela que o ser humano exercita suas
possibilidades de associação, de cooperação, de organização familiar e
comunitária, de trabalho em grupo. Já a tendência auto-afirmativa lhe confere a
consciência de sua individualidade, de se sentir como pessoa única e especial,
diferenciado dos seus semelhantes pelas características originais de sua
personalidade.
Essas duas tendências
parecem opostas, e realmente são, mas, ao contrário do que pode parece à
primeira vista, não são excludentes. A existência de uma não exclui e não
desobriga a existência da outra. Pelo contrário, elas são complementares e
devem estar em equilíbrio dinâmico. Isso quer dizer que de acordo com o momento
e a situação que o indivíduo está vivendo, uma tendência pode e até deve
predominar sobre a outra. Mas ambas precisam existir de forma hamônica para que
se preserve o equilíbrio - e a saúde - do sistema.
Teoria
de Hólon
Detalhamento
Uma das contribuições mais
importantes para a análise dos sistemas sócio-ambientais, concebida por Arthur
Koestler, foi o conceito de holon, como uma forma de contraposição aos
extremos do reducionismo que valoriza a parte e aos exageros do holismo,
que pretende a hegemonia do todo sobre as partes em todas as circunstâncias.
Ele juntou dois conceitos
gregos – holos (que significa totalidade) e o sufixo – on (que
significa parte ou partícula) – criando um neologismo para explicar as
inter-relações existentes nos sistemas complexos.
"Os termos parte e
todo são relativos e ambíguos. Uma parte, como geralmente usamos a palavra,
significa algo fragmentado e incompleto, que não tem uma existência por si
mesmo. O todo, ao contrário, é considerado como algo completo em si mesmo e
dispensa qualquer explicação adicional." (KOESTLER, 1969).
"Mas, todos e partes,
nesse sentido absoluto simplesmente não são excludentes e portanto coexistem no
domínio dos organismos vivos e das organizações sociais." (KOESTLER,
1969).
"O que encontramos são
estruturas intermediárias em diversos níveis e numa ordem ascendente de
complexidade: partes que se revelam todos, ou vice-versa, de acordo com o modo
como as observamos. Os fonemas, as palavras, as frases são todos, mas são
também partes de um todo maior, assim como são as células, os tecidos, os
órgãos, as famílias, os clãs e as tribos.
Os holons apresentam
três características específicas, visíveis em qualquer tipo de sistema:
1.
Hierarquia.
Significa ordem sagrada, indicando que todo sistema tem uma finalidade e está
organizado hierarquicamente em relação à sua função e ao controle de seus
processos internos.
2.
Códigos
fixos. Dizem respeito às regras que sustentam a identidade do sistema e organizam
a sua estrutura em profundidade e extensão. Contem os limites do sistema,
aquilo que não pode ser mudado, que constitui o seu núcleo essencial. A maior
parte das decisões tomadas com base nesses códigos são rotineiras,
conservadoras e voltadas para a manutenção e para a permanência.
3.
Estratégias
flexíveis. Dizem respeito à dinâmica e à flexibilidade do sistema, bem como às
estratégias que ele usa para sobreviver. Expressam a autonomia do holon
para criar, inovar ou se transformar.
A organização mental e a
social dependem da existência do todo e das partes para sobreviverem. Uma mente
ou uma sociedade sem estruturação hierárquica comportam-se de maneira caótica.
Por outro lado, não existem sistemas monolíticos, padronizados em uma estrutura
única. Os sistemas complexos são organizados em vários tipos de hierarquia
entrelaçadas, a que se dá o nome de estruturas em rede. Cada um desses
níveis da hierarquia detém uma forma autônoma de poder ou de controle, e eles
podem ser rígidos ou elásticos, autoritários ou participativos, mas sempre
existem. Assim, cada holon atua como uma unidade autônoma, tem uma
individualidade, uma identidade; não podendo sofrer a hegemonia do todo sobre
as suas partes.
A dicotomia entre o todo e
as partes se manifesta na polaridade de duas tendências inerentes a cada holon:
a integração e a auto-afirmação. Essas tendências ocorrem sob diferentes
formas, nos vários níveis da hierarquia, como mostra a tabela abaixo. A
polaridade dessas duas tendências constitui o núcleo da Teoria dos holons.
O conceito de holon é dialético, comporta a harmonia e a dissonância, a
análise e a síntese, o funcionamento e a oposição. O holon é o símbolo
da contradição entre a parte e o todo, a autonomia e a dependência. Esse
paradoxo é inseparável da vida das pessoas. Portanto não existe a hegemonia do
todo sobre as partes.
Essas forças contraditórias
existem potencialmente em todos os sistemas. São energias vitais, importantes e
necessárias, mas que devem coexistir em equilíbrio dinâmico. É importante observar
que essas características em si são neutras. A eficiência de seu uso é uma
questão de grau. Se utilizadas em excesso, tornam-se negativas. Se
inexistentes, geram estagnação. Existe um ponto de equilíbrio que precisa ser
encontrado e respeitado para que o holon funcione de maneira adequada.
As tendências
contraditórias dos holons atuam nos sistemas porque não existe
organização sem antagonismos. Por isso, todos os sistemas vivos estão sujeitos
às crises. Toda crise, seja qual for a sua origem, traduz-se por uma falha na
regulação do sistema, ou seja, no controle de seus antagonismos. Por outro
lado, os antagonismos irrompem quando há crise. Podem também deflagrar crises
que estão em latência. Quando a crise se manifesta, a desordem se propaga no
sistema. Quanto maior for a complexidade do sistema, maior é a possibilidade de
desordem e, portanto, maior é o perigo de crise. Paradoxalmente, é também maior
a capacidade do sistema para vencer suas dificuldades e tirar proveito delas
para o seu desenvolvimento.
"O mundo atual,
marcado pela velocidade das mudanças, é um mundo em crise. A palavra crise (do
grego krisis) significa momento de decisão. Tomar decisão durante as
crises é muito difícil, devido às incertezas que, quase sempre, estão presentes
nesses momentos. Entretanto, dependendo da forma como é administrada, a crise
pode ser benéfica, porque traz dentro de si a semente da inovação. Ao criar um
impasse, a crise obriga a uma tomada de decisão."(MOURA, 1978).
Um organismo está em
equilíbrio quando as tendências auto-afirmativas e integrativas de seus holons
se contrabalançam mutuamente. Nos momentos de tensão ou de crise, esse
equilíbrio se rompe e o holon tende a perder o controle. Sua
auto-afirmação se transforma em agressividade, seja o holon um indivíduo,
uma organização ou um sistema social maior. O holon superexcitado pode
monopolizar suas funções em detrimento da totalidade e esta só funciona como
todo se as partes funcionarem como partes.
Quando o processo se
inverte, ou seja, quando há dependência excessiva, o poder do todo sobre as
partes corrói a autonomia e a individualidade e o holon perde a sua
identidade. Isto pode conduzir a uma regressão das tendências integrativas,
levando a formas primitivas de relações objetais. Cria-se um abismo entre a identidade
e a totalidade.
Nos momentos de crise, a
existência simultânea de paradigmas novos e velhos dificulta a tomada de
decisão porque as diferentes visões de mundo e seus referenciais perceptivos
específicos fazem com que cada um considere as alternativas e conseqüências de
maneira personalizada. Em condições normais, as tensões surgidas nessas
transações são passageiras. A decisão correta devolve o equilíbrio ao sistema,
redirecionando-o para as suas finalidades. Isso explica porque as grandes mudanças,
tanto nas pessoas como nos sistemas sociais, costumam acontecer após os
períodos de crise.
Bibliografia
KOESTLER, Arthur. O
fantasma da máquina. Rio de Janeiro: Zahar, 1969.
MOURA, Paulo C. O
benefício das crises. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1978.
Fonte
http://www.profcordella.com.br/unisanta/textos/tgs12_nocao_e_teoria_do_holon.htm
quarta-feira, julho 17, 2013
O turismo tupiniquim, de meia tijela e "à la carte" do Brazil...
Aeroporto Internacional Itamar Franco - Rio Novo e Goianá - MG: Inativo
O turismo tupiniquim, de meia tijela e "à la carte" do Brazil...
Fatos - Reclames - Relatos - Negociações
Vila Trindade, Paraty - Rio de Janeiro, Brazil.
Raridade paradisíaca no Parque Nacional da Serra da Bocaina, decretado em 1972! De um lado, montanhas da Mata Atlântica. De outro, o mar intocável, praias virgens e a Vila, à beira-mar e sem asfalto. Apenas 1.400 moradores.
Na Mata Atlântica, na Costa Verde, Trindade é antiga vila de índios caiçaras. Seus descendentes, os "trindadeiros", mantêm tradições centenárias.
Bairro de Paraty, dista 23 km do centro da histórica cidade, apresenta estatística impressionante: em cada 100 - repito, 100 turistas estrangeiros que visitam Paraty, 60 visitam Trindade.
Na década de 1970 a Vila era 'alternativa', recebia hippies e andarilhos do mundo inteiro. Com passar dos anos e maior exposição de Paraty no trade internacional, a Vila Trindade evoluiu por forças próprias e sem rumo, de hippies para euros e dólares de ingleses, holandeses, argetinos, australianos, uruguaios etc. etc. Paulistas, cariocas, mineiros e etc. também.
Hoje, com 39 Pousadas e vários campings, Trindade recebe na alta temporada, feriados prolongados, Carnaval e Revellion média de 5.000 turistas nacionais e internacionais hospedados e mais 2.000 visitantes de Paraty nos períodos. O turismo receptivo é motor da economia local e quebra paradigmas entre tradições caiçaras e o avanço do turismo ambiental.
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Conheço a Vila Trindade. Lá morei 3 anos em períodos alternados, sendo 1,1 ano corrido. Minha irmã lá tem Pousada há 18 anos. A gerencio nos últimos anos quando ela e cunhado necessitam viajar a trabalho ou férias. Portanto, conhecimento de causa como cidadão e profissional de marketing.
Mas para o desenvolvimento sustentável do turismo ambiental da Vila Trindade faltam:
1. Presença atuante e sistemática de Secretarias de Turismo estadual e municipal, Embratur, Ibama e - porque não incluir, Universidade Federal do RJ e seus departamentos de Turismo e Meio Ambiente, para discutir políticas públicas para o turismo receptivo. A Vila mal sabe pronunciar "good morning" ou "breakfast"...;
2. Presença atuante do Sebrae-RJ preparando o turismo receptivo local com visão empreendedora e emparelhado com a AMOT - Associação de Moradores de Trindade (também até o momento despreparada para discussão de políticas públicas sócio-econômica-ambientais);
3. Centro de Recepção e Informações a turistas, trilingue, encaminhando visitantes estrangeiros e nacionais novatos;
4. Terminal de Banco 24 hs, atendendo necessidades locais e de visitantes;
5. Fiscalização atuante do Ibama - e departamentos, no controle sistêmico do Parque Nacional que divisa com a Vila. Invasões ilegais são históricas e periódicas. Idem para Polícia Florestal.
Dá tristeza ver a sujeira que volta-e-meia ronda praias naturais e o famoso Caixadaço (piscina natural) etc.
* * * * *
Não fosse o suficiente, vou de um extremo - turismo ambiental e ecológico, a outro, o turismo de negócios do novo
Aeroporto Internacional da Zona da Mata Mineira (Aeroporto Itamar Franco):
1. Obra agarrada há 11 anos, custosa de ser concluída, hoje em parte ociosa na atuação plena por falta de planejamento de gestão pública, sendo o quarto maior Aeroporto do País;
2. Goianá, pequena cidade rural a 34 km. de Juiz de Fora (a capital regional da Zona da Mata Mineira), divide com a cidade de Rio Novo a localização do Aeroporto. Mas políticas públicas incipientes tornam-o - ainda, um elefante branco, Falta tanto para colocá-lo 100% em operação. Mas trâmites da "burrocracia" o emperram, há 11 anos. Por isso, um quase "elefante branco"...
Relatos: Por MGTV, TV Integração, de Goianá - 11.01.2013:
...
Com a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, a expectativa é de aumento na movimentação do Aeroporto Regional da Zona da Mata. Inaugurado em novembro de 2011, o espaço passa por melhorias, e um dos principais objetivos agora é conseguir a internacionalização, segundo a direção."
...
Desde o início do funcionamento até o final de 2012, 87 mil passageiros utilizaram os serviços do Aeroporto Presidente Itamar Franco, sendo 65 mil apenas em 2012. De acordo com o diretor do terminal, Denílson Duarte, a expectativa é de um aumento de 20% para 2013 em relação ao ultimo ano. O quadro de funcionários também deve crescer cerca de 40%, de acordo com ele.
...
Atualmente são realizados quatro voos diários com destino único: Campinas. Há apenas uma companhia aérea, mas o diretor afirma que as grandes empresas já visitaram e gostaram do local. 'Elas saíram daqui sempre com um feedback muito positivo do nosso aeroporto, que já está virando uma referência nacional. Isso é muito importante para nós. O que surpreende também é que, além de companhias aéreas regulares de passageiros, também está crescendo muito aqui a aviação executiva', acrescenta o diretor.
* * * * *
Vejamos as carências:
1. Presença atuante e sistemática de Secretarias de Turismo e Indústria e Comércio estadual e municipal (Goianá e Rio Novo sequer as constituíram ainda), Embratur (e outros, a lista é grande) - e porque não incluir, Universidade Federal de MG e de Juiz de Fora, seus departamentos de Turismo, Negócios, Comércio Exterior etc., para discutir e implantar políticas públicas para o turismo de negócios. Goianá e Rio Novo mal sabem pronunciar "good morning" ou "breakfast"...;
2. Presença atuante do Sebrae-MG preparando o turismo receptivo/emissivo local com visão empreendedora e emparelhado com Prefeituras, Associações Comerciais, Federação das Indústrias etc. regionais, pois as duas cidades ainda são despreparadas para a discussão de políticas públicas sócio-econômica-ambientais. Sim, ambientais, porque o impacto ambiental que uma obra portentosa como essa causará tem que ser previsto e, principal, as cidades preparadas para esse impacto;
3. Centro de Recepção e Informações a turistas, trilingue, encaminhando visitantes estrangeiros e nacionais nas duas cidades, turismo esse que fomenta o crescimento econômico e social da Zona da Mata Mineira;
4. Banco em Goianá agenciado, a cidade tem um caixa BB, um Banco cooperativado e terminal de serviços Bradesco atendendo necessidades locais e de visitantes;
Dá tristeza ver sonhos e esperanças dos moradores de Goianá sobre o "novo Aeroporto" e como ele beneficiará à cidade. Ainda falta muito.
Mas a exploração e valorização imobiliários já explodiu na cidade.
Há mais temas aqui a incluir, mas o artigo ficaria dantesco e gigantesco!
* * * * *
Que País é este que trata sua maior pérola rara, o turismo (O maior PIB mundial na economia!), com tanta desfaçatez, falta de planejamento e visão de futuro?
Tenho dito!
sexta-feira, maio 31, 2013
quinta-feira, abril 04, 2013
quarta-feira, abril 03, 2013
A verdade está na cara, mas não se impõe (Arnaldo Jabor)
Arnaldo Jabor
O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, ’explicáveis’ demais.
Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!!!!!
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada!!!!!!!!
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos!!!!
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo!!!!!
Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz!!!!!
Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de ‘povo’, consegue transformara Razão em vilã, as provas contra ele em acusações ‘falsas’, sua condição de cúmplice e Comandante em ‘vítima’!!!!!
E a população ignorante engole tudo.. Como é possível isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados – nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito…
Está havendo uma desmoralização do pensamento.
Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?’
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!!!!!
Pior: que os fatos não são nada – só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de ‘gafe’.
Lulo-Petistas clamam: ‘Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos?’
Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista’. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de ‘finesse’ do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando….
Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em ‘a favor’ do povo e ‘contra’, recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o ‘sim’ e o ‘não’, teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Alguns otimistas dizem: ‘Não… este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades’!
(Dezembro de 201)
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Comentário de Dora Kramer no Estadão de domingo:
“A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente ‘Lula’ até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da liberdade de imprensa”.
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Repasse. É o mínimo o que podemos fazer diante de tanta corrupção!
terça-feira, abril 02, 2013
terça-feira, março 26, 2013
A tragédia da incompetência - Época, Ruth de Aquino
Vem chuva aí, gente!... E a incompetência dos Governos vem junto!
A tragédia da incompetência - ÉPOCA | Ruth de Aquino
A tragédia da incompetência - ÉPOCA | Ruth de Aquino
quinta-feira, março 21, 2013
quinta-feira, fevereiro 28, 2013
Vácuo na representação legislativa | Congresso em Foco
Vácuo na representação legislativa | Congresso em Foco
Precisamos veemetemente externar nossas vozes cidadãs diariamente, fazendo com que os governantes nos escutem constante e atentamente. Afinal, a voz do povo é a voz de Deus!
Precisamos veemetemente externar nossas vozes cidadãs diariamente, fazendo com que os governantes nos escutem constante e atentamente. Afinal, a voz do povo é a voz de Deus!
sábado, janeiro 19, 2013
Vídeo inédito mostra assessor e amigo de ex-prefeito sacando dinheiro do combate às enchentes - ÉPOCA | Brasil
Vem chuva aí, gente!...
Enquanto isto, eles roubam o dinheiro da sociedade que era destinado para o combate às enchentes, enquanto brasileiros morrem em cada chuva torrencial que ocorre.
Tome providências, Poder Judiciário!
Acorda, cidadão!
Vídeo inédito mostra assessor e amigo de ex-prefeito sacando dinheiro do combate às enchentes - ÉPOCA | Brasil
Enquanto isto, eles roubam o dinheiro da sociedade que era destinado para o combate às enchentes, enquanto brasileiros morrem em cada chuva torrencial que ocorre.
Tome providências, Poder Judiciário!
Acorda, cidadão!
Vídeo inédito mostra assessor e amigo de ex-prefeito sacando dinheiro do combate às enchentes - ÉPOCA | Brasil
quinta-feira, janeiro 17, 2013
sábado, janeiro 12, 2013
Vem chuva aí, gente! E continua faltando vergonha na cara dos governantes, enquanto brasileiros morrem...
Vem chuva aí, gente!...
Este é o 3º artigo neste Blog sobre o tema, além de outro artigo, de 3º, mas...
* * * * *
Falta vergonha na cara dos governantes, nas 3 esferas de poder, pois inicia outra vez o ciclo de mortes de brasileiros nas enxurradas Brasil afora, e as safadeza, desfaçatez e o desinteresse descarado continuam permeando a 'indústria do morro' e tirando vidas de inocentes!
Infelizmente, são muitos os motivos que levam a isso, Aqui, uma parte:
1. Falta vergonha na cara e falta dos governos no planejamento sério, técnico e eficiente do planejamento urbano: estudos de geologia, solo e seus lençóis freáticos, do ambiente natural de encostas com matas, análises de lastros de rios, análises e estudos sócio-econômicos e ambientais, CRAS efetivamente funcionando etc. e tal.
2. Falta vergonha na cara e universidades, instituições e governos integrados a conselhos de engenharia, associações de bairros etc., todos em interface discutindo a questão;
3. Falta vergonha na cara e faltam serviços públicos de assistência social e defesa civil agindo preventiva e constantemente;
4. Falta vergonha na cara e políticas públicas habitacionais decentes e eficientes;
5. Falta vergonha na cara e justiça para punir severa e exemplarmente aqueles que roubam verbas e donativos destinados a desabrigados;
6. Falta vergonha na cara e competência no gerenciamento de catástrofes;
7. Falta vergonha na cara e maciços e necessários investimentos em saneamento básico de qualidade;
8. Falta vergonha na cara e faltam políticas públicas modernas e eficientes no trato do lixo;
9. Falta vergonha na cara, decência e respeito à vida e à cidadania!
10. Falta vergonha na cara!
O vídeo anexado representa e expressa meu asco e revolta contra nossos governantes, além de completar o artigo. Tenho dito:
Vem chuva aí, gente!...
quarta-feira, dezembro 05, 2012
Em Paz
Em Paz
Muito perto do meu ocaso eu a bendigo, Vida.
Porque nunca me destes nem a esperança falida
nem trabalhos injustos,
nem sofrimento imerecido.
Porque vejo ao final do meu rude caminho,
que fui o arquiteto do meu próprio destino;
que se extraí mel ou fel das coisas
foi porque nelas coloquei fel ou mel saboroso;
quando plantei roseiras, colhi sempre rosas.
... Certo, ao meu verdor vai seguir o inverno:
mas tu não me dissestes que maio seria eterno!
Achei, sem dúvida, longas as noites de meus sofrimentos;
mas não me prometestes apenas noites boas;
e também tive algumas santamente serenas...
Amei, fui amado e o sol acariciou a minha face.
Vida, nada me deves! Vida, estamos em paz!
Poeta Amado Nervo
segunda-feira, outubro 29, 2012
Bruno Siqueira, nobre Prefeito eleito de Juiz de Fora 2013 – 2017
Bruno Siqueira, nobre Prefeito eleito de Juiz de Fora 2013 – 2017,
A você, meu respeito e reverência democratas. Afinal, será meu Prefeito a partir de 01 de Janeiro próximo.
Rogo votos e desejo que sua administração seja brilhante, inovadora, plena, cidadã, ética, responsável e comprometida com o bem comum e pela justiça social. É também seu dever!
Desde o início do pleito, discordei dos candidatos que se apresentaram, portanto não votei em você, mas a Democracia para ser plena sempre deve ter o respeito dos vencidos perante o vencedor!
* * * * *
De minha parte - assim como espero dos conterrâneos, estarei atento ao Executivo e às suas ações, cobrando, verificando e aplaudindo quando necessário, inclusive fazendo uso da nova Lei da Transparência, a qual todos devemos cumprir e respeitar. Quero vê-la atuante também online e digitalizada, pois uma administração que se pretenda moderna deve agir local e virtualmente, compreendendo e vivendo os novos tempos de TI, mobilidade e interatividade.
São avanços e conquistas da sociedade civil organizada que devem continuar.
Quiçá Juiz de Fora avance sob sua responsabilidade executiva é o que desejo!
quarta-feira, outubro 24, 2012
Você aí, seja cidadão local, digital e virtualmente! Ou você é omisso?! Fatos - Relatos - Reflexões - Situações e Escolhas
Você
aí, seja cidadão local, digital e virtualmente! Ou você é omisso?!
Fatos
- Relatos - Reflexões - Situações e Escolhas
Para sua profunda reflexão, cidadão:
* * * * *
Uma Nação
soberana com justiça social e o bem comum engalana sua Democracia quando sua
Carta Magna, portanto, a Constituição Federal é cumprida.
São Objetivos
Nacionais Permanentes de nossa Constituição a soberania, a cidadania, a
dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa
e a integração nacional, requisitos fundamentais que nos permite o Estado
Democrático de Direito e o bem comum.
Resumindo, e
lembrando a Revolução Francesa, na qual nossa Constituição se inspirou:
liberdade, igualdade e fraternidade.
Deveres e
direitos sempre iguais para todos regem a convivência e a organização da
sociedade. A Carta Magna rege também o equilíbrio harmônico entre os três
Poderes, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
A este último
compete a independência de julgar soberanamente
qualquer cidadão com direitos plenos de defesa, pois todos somos iguais perante
a Carta Magna.
O STF -
Supremo Tribunal Federal, à luz da sociedade e com transparência tem cumprido seu
papel no julgamento do 'mensalão', que é fato histórico e representativo de uma
nova era.
Aqui, ressalto e acrescento o recente esforço da
sociedade civil na conquista das Leis Ficha Limpa, pelo MCCE, e Lei da Transparência
que enfim, começa a ser cumprida. Avanços, ainda que tardios.
Vale lembrar
que a Lei da Transparência só vingará com o seu e o meu, o nosso controle
social!
* * * * *
Sempre digo:
"Quanto
maior for o grau de desenvolvimento educacional de um povo, menores serão seu grau de corrupção e de conflitos
sociais!" Afinal, povo educado não faz xixi na rua, nunca quebra telefone
público, respeita as leis e o próximo, não mora em áreas de risco e, principal,
é participativo e sabe votar, pois tem discernimento e conhecimento para
exercer sua cidadania!
Educar com qualidade é a eterna chave
para a conquista perene das liberdade, igualdade e fraternidade, ou do bem
estar comum e da justiça social, se preferirem.
Mas de nada
adianta uma Constituição hoje, respeitada mundialmente por seus avanços e
conquistas sociais sem a participação efetiva da sociedade civil para
aperfeiçoá-la a cada dia. Nossa Carta Magna é do povo, para o povo e pelo povo!
De quem emana o Poder?! De nós, ora
bolas.
* * * * *
A Lei da
Ficha Limpa, além de avanço democrático, foi conquista do nosso controle social,
que assim a exigiu desde assinaturas conquistadas até à sua aprovação
final no STF, mais uma vez equilibrando os Três Poderes (que também emanam do
povo e de nossos representantes, que estão lá por causa da nossa procuração, o
nosso voto! )!
* * * * *
Você aí!:
Reflita sobre
o nosso poder cidadão, o nosso poder de controle social, o
poder que emana do povo!
Ainda mais
agora em plena era digital e da TI, onde mobilidade e convergência digital
estão nos ligando em rede a cada dia, cada cidadão. Temos agora também o
"controle social digital".
Isto nos permite
participação, conhecimento e escolhas.
O que você
escolhe?
Sugiro:
* * * * *
Escolha
participar efetiva, digital e localmente fiscalizando, controlando, exigindo,
participando ativamente da vida de seu bairro e cidade, estando presente na
Câmara Municipal, no Conselhos de Direitos, nas Associações de Bairro e por aí
afora...
É para o bem
comum, pois o controle social é a alma da Democracia plena e soberana!
* * * * *
O mau,
portanto a corrupção, é inerente ao ser humano, seja pecado ou como lá se chame...
Mas um dos 3
Poderes, o Judiciário, existe exatamente para isso: manter a Ordem e o
Progresso! Harmonicamente.
E sem as falácias
de que ‘é julgamento político’ ou quaisquer
coisas que o valham, que andam dizendo e escrevendo por aí!
É o controle social
que mantém o mau aprisionado!
Pense nisso! Releia, se preciso for!
Webert Machado
sexta-feira, outubro 19, 2012
Os postos policias de Juiz de Fora versus a omissão e o desprezo do Poder Público na Segurança Pública, Fatos - Relatos - Negociações – Resistências
Os postos policias de Juiz de Fora versus a omissão e o desprezo do Poder Público na Segurança Pública
Fatos
- Relatos - Negociações – Resistências
Foram dias,
meses, um ano e ½, de árduo trabalho abnegado e abrindo mão de nossos afazeres
profissionais por muito tempo. Principalmente na parte da manhã, quando Otacílio Pereira do Valle, Edward Ávila Thomé. Orlando Manera, Jean Nery Alvarez Coutinho, eu
e outros nomes juizforanos que, com a bandeira do Rotary Club Juiz de Fora, muito suor e dedicação começamos uma
longa caminhada para conquistar e presentear a cidade com os Postos Policiais.
À época,
1984, com a nova BR-040, a cidade passou a ter inúmeras entradas e saídas,
(antes só duas, pela histórica União-Indústria), o que permitiu aumentar de 3
para 8 o número de veículos furtados por dia em Juiz de Fora, além do
incremento de roubos, furtos e da violência, pois a cidade permitia fugas
rápidas em várias saídas, trazendo bandidos do Rio de Janeiro e região para cá.
Algo para limitar isso tinha que ser feito com urgência!
Daí, em
reuniões no Rotary Club JF São Mateus,
nasceu a idéia do empreendimento: construir 5 novos Postos Policias nas
entradas da cidade. Mas como?
Com a dedicação
de alguns rotarianos que abriram mão de suas atividades profissionais e, de
pires na mão, atravessaram a cidade pedindo doações, materiais de construção,
equipamentos etc.:
Da Prefeitura de Juiz de Fora, veio o
apoio incondicional para a cessão de terrenos e suporte para a infra-estrutura
próxima aos Postos;
Da antiga Telemig, vieram sistemas de telefonia e
telefones púbicos comunitários;
Da Polícia Federal do Rio Grande do Sul,
sob autorização judicial, consegui rádios-transmissores e armas, apreendidos em
contrabando;
Da Polícia Militar de Minas Gerais, do
glorioso 2 de Ouro, vieram 80 homens
treinados e preparados para assumir a função de proteção das saídas e entradas
da cidade;
Da Construtora Europa, veio a construção e
reforma dos 5 Postos;
Da Dinâmica Propaganda e Comunicação Ltda.,
vieram as estratégias de comunicação e veiculação;
Da Malharia Master Ltda. (Me lembro bem e
orgulhosamente!), em solenidade de lançamento da campanha na Câmara Municipal de Juiz de Fora, veio
o primeiro cheque de doação, de valor surpreendente à época, que permitiu o
início das obras.
* * * * *
Passaram-se
meses e volta-e-meia, em solenidades públicas, inauguramos um a um cada Posto
Policial: no Bairro Industrial (perto da B&D), em Teixeiras, no Bairro de
Lourdes, na reforma do Posto da Grama e na reforma do Posto da Vila Olavo
Costa.
Após 1 ½ ano,
entregamos 5 Postos Policiais Comunitários equipados, novinhos em folha e em
funcionamento, por obra e graça de cidadãos juizforanos dedicados à cidade!
* * * * *
Hoje, quase
30 anos passados, vertem lágrimas nos meus olhos quando passo por qualquer um
dos Postos. Neles existem apenas placas comemorativas de lançamento, Postos
Policias esses que, hoje, por usa inoperância, desonram e mancham o nome do Rotary Club e de rotarianos, assim como
eu, que colocaram veementemente “a mão na massa” e presentearam a cidade com os
Postos.
É desrespeito
por parte da Secretaria de Segurança
Pública de Minas Gerais;
É desrespeito
por parte da Prefeitura Municipal de
Juiz de Fora – e de todos os Prefeitos que permitiram que eles ficassem em
estado de calamidade, como agora estão;
É desrespeito
à antiga Telemig, à Malharia Master, à Construtora Europa e a cada
cidadão ou empresa que doou algum dinheiro ou equipamento para nossa
conquista;
É desrespeito
à sociedade juizforana, que teve
seus índices de violência, roubos e furtos agravados nos últimos anos;
É desrespeito
à cidadania!
Assim, em meu
nome e com certeza, em nome do Rotary
Club e em nome de todos os acima citados, eu exijo:
EU QUERO OS POSTOS
POLICIAS COMUNITÁRIOS DE JUIZ DE FORA EM OPERAÇÃO NOVAMENTE!
EU EXIJO!
Afinal, eu ajudei a construí-los! Tenho
dito!
segunda-feira, setembro 17, 2012
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