Apresentação

marketing inteligente para pessoas e corporações inteligentes!
blog de um homem cidadão, pai, profissional e publicitário com orgulho, nunca "publisciputo"!
criações e produções independentes: marketing pleno, marketing 3º setor, planejamento e estratégia, propaganda e publicidade, eventos e assemelhados, facilitação, treinamento e desenvolvimento
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sábado, novembro 15, 2014

Histórias do Brasil... Mato Grosso Parte I


(Histórias para relembrar: Falo sobre a I Feira Soja-Brasil no artigo abaixo, quando alguns 'governantes' tentaram me "estrupiar" no MT, sem consegui-lo.)
Quando os meios justificam os fins

A Gazeta – Cuiabá MT – Domingo, 20 de Dezembro de 1992.

Por: Webert Machado

A
prendi, na minha passagem pelo X Ciclo de Política e Estratégia Nacional da ADESG – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, em 1.989, que o poder de uma nação se divide em quatro grupos distintos: o poder político, o poder militar, o poder econômico e o poder psicossocial. E em qualquer uma dessas quatro expressões de poder deve-se destacar claramente que o poder se concentra num grupo ao surgir a consciência de seus interesses e a vontade de satisfazê-los. O grupo gera, então, um poder comum, coletivo ou grupal, integrado de vontades e de meios provenientes de todos os seus componentes individuais. Ressalte-se também que o dinamismo da ordem social deve ser orientado segundo o critério do bem comum, competindo às elites essa tarefa, por um processo de interação com os demais segmentos da sociedade, harmonizando esses interesses da sociedade com os interesses nacionais e o bem comum.
Não estou aqui discutindo critérios de dissolução ou de confronto a quem quer que seja, cabendo ressaltar e ressalvar a ética, que se faz necessária para separar doutrina e ideologia. Mas estou aqui a explanar que o bem comum, para ser atingido, embasa-se também nos critérios do caráter de integralidade do poder nacional, resultante da aglutinação de todos os meios de que dispõe a Nação, o que é mais do que a simples soma dos elementos: é a resultante de uma composição em que todos os elementos se inter-condicionam, se interligam e se completam, gerando, no processo, novas forças, que não estão nos indivíduos nem nos grupos primários e  secundários, mas despontam no todo.
Vale lembrar, a respeito, a lição de Bertrand Russel: “O poder deve ser considerado como algo que passa de uma de suas formas para qualquer outra, sendo que a Ciência deveria empenhar-se em descobrir as leis de tais transformações. Tentar isolar qualquer uma das formas de poder – e, de modo especial, em nossos dias, a forma econômica – tem sido, e ainda é, uma fonte de erros de grande importância prática.”
Em suma, o poder nacional deve ser compreendido como resultado de uma integração de meios que age como um todo, não obstante atuar, segundo as circunstâncias, com prevalência de qualquer uma de suas dimensões. (Doutrina da ESG – 1989).
E essa ruptura de interesses comuns, que objetivam, portanto, os fins – o desenvolvimento econômico, o fortalecimento institucional e econômico, a evolução técnico-científica-tecnológica e o crescimento do agrobusiness do Mato Grosso – acontecem, não de maneira sistêmica, mas de forma descontinuada e despropositada.
Mas que fins eram esses: Eram complexos, são pertinentes e são decididamente duradouros: realizar-se aqui, no Mato Grosso, eventos de magnitude incontestável, de profundidade psicossocial imensurável e de fortalecimento político-institucional indiscutível. Afinal de contas, os fins se auto-justificam: o desenvolvimento do setor primário do Mato Grosso. E esses objetivos nos impulsionaram a realizar a I Feira Soja-Brasil - Feira de Soja e Derivados e o I Congresso Mato-grossense de Produtividade e Qualidade da Soja.
Numa integralidade de poderes, somaram-se esforços para a efetiva realização dos eventos. Uniram-se forças. Uniram-se o poder político e o poder econômico.
Mas, o que é o poder econômico, senão busca de lucros? O poder econômico é muito mais que isso. Ele é parte integrante também da dinâmica estrutural do poder psicossocial: a empresa, o hospital, a escola, a igreja, o sindicato, a previdência e assistências sociais e os meios de comunicação de massa. E muito mais: ela ocupa uma posição de relevo na expressão psicossocial por ser a organização na qual o homem exerce a sua capacidade produtiva e obtém os recursos necessários à sua sobrevivência. E numa perspectiva mais ampla, deve-se estudar a empresa além de seus componentes unicamente econômico. Não o fazer seria negligenciar outras facetas do trabalho. Além disso, aspectos do relacionamento humano que muito valorizam a convivência social e são, portanto, componentes indispensáveis à realização integral do homem, ocorrem no seio da empresa.
Constituindo-se em unidade produtiva de bens e serviços que têm reflexo sobre toda a vida da comunidade e, além disso, órgão onde se vinculam capital e trabalho, a empresa deve se ajustar à evolução social para poder representar adequadamente o papel que a sociedade lhe reserva como fator não de atrito, mas de harmonia social.
E minha empresa vislumbrou esses aspectos, acima do capital. Vislumbrou a evolução social, ao realizar os eventos, partindo-se até da premissa incontestável de sua capacitação técnico-profissional embasada numa “elite” de bons antecedentes profissionais estampada na experiência de seu capitão-mor e presidente curricularmente grifados e construídos.
Em minhas andanças pelo País pró-eventos, detectei a enorme receptividade fecundada para os mesmos. Potencializou-se a realização de eventos consubstanciados na liderança do Mato Grosso na sojicultura. Empresas diversas se interessaram em aqui se instalar, fortalecimento eminente da indústria primária para o Estado; profusão e divulgação da liderança sojicultura do Mato Grosso se fez em nível nacional; profusão e divulgação técnico-científica se concretizou literalmente pós-eventos; debates e estudos de integração econômico-científicas se cristalizaram; negócios se concretizaram e se proliferaram efetivamente; ciência e tecnologia se alinharam e estipularam novas metas e objetivos para produtividade e qualidade sojicultora; cientistas tiraram obstáculos de dúvidas e desconhecimentos e, principalmente, os eventos aconteceram, numa vitória máster. Eles foram os primeiros, apesar dos antagonismos diversos, numa prova incontestável da capacidade dos poderes econômico e político realizarem a busca do bem estar comum.
Mas as leis das imprevisibilidades jamais poderiam imaginar a inesgotável capacidade que o País tem de nos assustar: um processo doloroso de impeachment de nossa instituição maior, a Presidência da República, que gerou a falta de Finame/BNDES para o setor agrícola, a troca de ministro de Estado da Agricultura e a incredulidade e o marasmo na definição dos caminhos que a Nação, em todos os seus componentes e expressões, deveria seguir. E isso em exatos 21 dias antecedentes aos eventos. E quem, em sã consciência e com real discernimento, saberia prever e até enfrentar tamanho antagonismo?
Pós-eventos ressaltaram-se tão somente enfoques negativos, até em um aproveitamento escuso de forças oponentes, que os eventos geraram. Falta de visão da qualidade e importância dos mesmos. E restou à minha empresa, apesar do positivo feito para o Mato Grosso, a desestabilização, a falta de credibilidade e a incredulidade de que fatos de convulsão social estavam e estão a ocorrer.
Restou à ela também o desamparo. Surgiu a ruptura dos esforços realizados em conjunto, que deixaram de ser conjunto e passaram a ser antagônicos. Faltou o alicerce para a continuidade, apesar da total ciência dos fatos que eram dados consciente e responsavelmente aos meios que construíram os fins. Restou a mim, idealizador e dirigente da empresa e de seus objetivos, a solidão de propósitos. E que propósitos são esses? Propósitos de desenvolvimento, progresso e bem estar social, pois, afinal de contas, o marketing é isso: é geração de desenvolvimento em todos os sentidos.
Quiçá haja a compreensão do poder, que também é político e da Nação. Estou aqui querendo corroborar o critério da integralidade dos três poderes: o econômico, o político e o psicossocial, os quais se locupletam, se completam, se inter-dependem, se inter-condicionam e se interligam, pois o poder se concentra num grupo ao surgir a consciência de seus interesses e a vontade de satisfazê-los. E os fins foram satisfeitos: o desenvolvimento técnico-científico e econômico da maravilhosa sojicultura mato-grossense. E os meios? Foram faltos, apesar da importância dos fins. E os fins devem continuar, pois qual foi o fim que se buscou com os eventos? Qual o fim que se busca com a realização dos eventos futuros?: a harmonização dos interesses da sociedade com os interesses nacionais e o bem comum.
E o caráter da integralidade dos poderes é e deve ser sempre uma constante, pois os meios justificam os fins e, inversamente, os fins justificam os meios.
Webert Machado,
publicitário e profissional de marketing,
é diretor-presidente da Elo de Comunicação Ltda.



Será que o Brasil agora lava a jato a sua honra?

Vivi muito intensamente o mundo da política, dirigindo ou coordenando algumas campanhas políticas Brasil afora, honradamente! De Macapá-AP a Cuiabá-MT, de Rio Pomba-MG a Sinop-MT!
Fui lá, fiz meu trabalho eticamente (ouvi e participei de reuniões e conversas escabrosas...), mostrei talento e competência e elegi alguns políticos. Infelizmente, depois que tomava o avião de volta pra casa, vinha a saber que alguns deles foram e são indignos do meu talento!
Passei por muitos maus bocados. Foram tantos!
Desde transitar no interior do Mato Grosso seguido por jagunços literalmente, assistindo inclusive a confronto com tiroteio durante comício na rua, em Marcelândia, a ouvir conversas escabrosas, acordos nada empolgantes e coligações nada morais em reuniões fechadas. Em algumas, mesmo como Diretor da campanha, sequer era chamado a participar, um erro técnico severo. Ficava boquiaberto com a atitude do político contratante e me calava, fora da sala e ausente do assunto ali abordado. Foram tantas 'expulsões'...
Tinha que me calar, sob pena de um tiro nas costas no meio da BR-163. Sequer imaginava enfrentar situações tão díspares e confrontantes. Nunca fui omisso, apenas nada podia fazer.
Em 1990, realizei a 1a., repito, 1a. Feira Soja-Brasil - 1o. Congresso Matogrossense de Produtividade na Soja, com 150 Expositores e 3.130 engenheiros agrônomos de todo o País. Foi única, pois tive que engavetar a 2a. Feira. Eu queria apenas discutir o Brasil e suas políticas para o agronegócio, o que foi feito com cidadania e empreendedorismo! Venci na realização do Evento!
Mas nele também enfrentei achaques de pessoas e instituições que queriam apenas e tão somente 40% sobre ganhos reais e merecedores de uma empresa e um profissional talentosas! Neguei, claro. Como sempre negarei.
Sou conservador: quando eu devo, não nego e pago quando puder, o mais rápido possível!
Honra e berço são inconfundíveis, é história de pais pra filhos.
Pior ficou minha situação, pois os enfrentamentos e achaques se tornaram duros e muito mais incisivos. Apenas um pequeno exemplo de achaque enfrentado:
A sede de minha empresa, Elo de Comunicação Ltda., além de rompida e roubada, teve tóten roubado (1 tonelada), vidraças quebradas (A recepção era uma sala de dois lados de vidro!) e outros furtos e afrontas. Esse é só um exemplo.
Enfrentei-os todos de cabeça altiva - e honra lavada como sempre!
A historia da Feira Soja-Brasil dá um livro, revelando muitas imoralidades desse País.
Publicarei aqui ainda, artigo meu na Gazeta de Cuiabá, à época. Ele expressa meus valores.
Esta e outras histórias em minha carreira foram de confrontos e tentativas de me corromper ou admoestar. Enfrentei-os todos com negativas e recusa, de cabeça altiva e honra preservada, também! Aliás, nunca aceitei contas públicas na minha vida empresarial de publicitário.
A vida é assim.
Até que, de repente, estoura a Operação Lava-Jato, da Petrobras!!!
Será que o Brasil agora lava a jato a sua honra?
Espero por isto desde que nasci! Acho que agora vai.
* * * * *
Conheço os meandros da política! Afirmo que o mundo político pelo Brasil afora está borrando as calças.
Brasília agora, está fervilhando com o Lava-Jato, com jato e jatinho voando pra todo lado...
Avante, Departamento de Polícia Federal!

sexta-feira, setembro 19, 2014

O Desalento das Eleições 2014

O Desalento das Eleições 2014
* * * * *

Minh'alma brasileira está chorando. Muito!
Chora na bandeira minha cidadania!
Chora por faltar, em mais uma eleição magna do meu Brasil amado, candidatos resolutos, decididos e focados em transformar a Nação em país de primeiro mundo definitivamente, o que só ocorrerá se tivermos políticas públicas profundas para a Educação integral de qualidade aliada à elevados investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento, a exemplo do que fizeram a Coreia do Sul, Espanha, Taiwan e outras nações nos anos 1960 a 1980.
Continuamos capengando na Educação e na total desvalorização dos professores.
Repito o modelo japonês: Não poderá haver Imperadores numa Nação sem Professores! Lá, no Japão, o Imperador é quem reverencia o Professor.
Sempre digo que "povo educado não faz xixi na rua, não quebra telefone público, não mora em palafita, é livre para escolher seus caminhos e líderes (pois sabe votar) e respeita leis!"
A educação minimiza e até elimina investimentos públicos em diversas áreas. Em uma década, transforma-se um país pouco letrado numa Nação educada. Digo e afirmo isto de maneira simplista, sem demonstração de dados e estatísticas, aqui desnecessários.
Aécio, Dilma, Luciana, Marina Silva, Eduardo Jorge e toda a penca de candidatos à Presidência da República têm se mostrado - repito: toda a penca, mais uma vez inoperante na verdadeira revolução na Educação pública que o Brasil tanto precisa para sair de seu eterno atoleiro do meio termo: País rico com um povo pobre de espírito e cultura. Simples assim.
Como votar? Se meu voto vai para a Educação! Se anulo o voto, anulo minha cidadania. Se voto em branco, escureço minha cidadania.
Por isto minh'alma brasileira chora, em mais uma eleição jogada na lata do lixo da história!
Tenho dito!

quarta-feira, julho 16, 2014

domingo, junho 29, 2014

A Copa do Mundo de Futebol da Fifa no Brasil em 2014



A Copa do Mundo de Futebol da Fifa no Brasil em 2014
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Fiquemos atentos, mas muito atentos, aos resultados desta Copa do Mundo 2014 no Brasil! Senão, vejamos:
Se ganharmos (independente de incidiosas insinuações sobre ser ela comprada, ou não!), melhor para todos, principalmente para a elite dominante, o Governo e o PT! Farão profundo, amplo e sistemático uso da vitória da Seleção Brasileira, manipulando profunda, ampla e constantemente a população ignorante deste País, a grande maioria de todos nós, infelizmente.
Nós, cidadãos mais esclarecidos, lógico, sequer nos permitiremos ser manipulados e comemoraremos como cidadãos patriotas a vitória da nossa Seleção.
Mas será, como sempre, uma comemoração silenciosa e omissa na cidadania, pois é uma comemoração que independeu da corrupção, do superfaturamento, das obras prometidas não cumpridas etc. etc. etc. A lenga-lenga e a lista das promiscuidades é longa.
Afinal, "nós somos cônscios de nosso papel de cidadãos brasileiros".
Afinal nem reclamamos, pois nem nos perguntaram se podíamos, deveríamos e queríamos uma Copa do Mundo por aqui, nas bandas latinas.
Mas nós somos a elite pensante. Infelizmente e tristemente que se diz discernida, esclarecida e atenta aos fatos. Menos atenta à cidadania expressa e ativa. Durante a Copa e fora dela.
(Ou você se permitirá ser manipulado?...  Bem, então, você não faz parte do time que assiste as mídias de massa. Bola fora a sua.)
Ressalte-se: em pleno período eleitoral que rege a condução da Nação na instalação de um novo(a) Presidente da República em 2015, logo ali, na frente. E as eleições são em Outubro, pertinho...
Ah, como vão usar o hexa da Copa para manipular as massas! Na maior cara de pau. É pra refletir, concorda comigo?
Vamos em frente...
Se perdermos, talvez perpetuemos a insígnia do "Maracanazo" no nosso peito pra sempre. Mais uma vez, o Maracanã calado, silencioso, triste e choroso, como foi há 64 anos passados. Enquanto isso, Brasil afora, os brasileiros irão afogar suas mágoas na cachaça, nos defeitos fabris Brasil afora (tradicionais nas segundas-feira em fábricas pelo Brasil quando times perdem campeonatos!), em violências antigas e, talvez, em novas violências, a si próprios e à Nação!
Falta e faltará a um povo de per capita educacional baixíssima o profundo discernimento sobre a razão de ser e de se ter esporte: saúde física e confraternização entre povos e pessoas, nada mais do que isto!
Mas tenham certeza: o PT e todos os demais Partidos, bons e ruíns, também se aproveitarão para manipular as massas, com a cara de pau e a coragem de sempre, como 'santinhos do pau oco' que sempre foram e tentarão continuar sendo. Jogarão a culpa da perda do hexacampeonato nas costas da mãe de alguém...
Sabem fazer isso muito bem, ah, se sabem manipular as massas, na vitória ou na derrota!
Nada falarão, pós-Copa, sobre superfaturamentos, obras inacabadas, hospitais deteriorados, Educação em crise constante (#EducaBrasil!), segurança pública e caótica a ponto de ser tão assassina quanto guerras mundo afora, mobilidade e sustentabilidade sempre em pauta nas Assembleias Legislativas.
(Não estão inclusas na lista acima as mobilidade e planejamento urbanos, a sustenbabilidade, o custo-Brasil, a nossa produtividade etc. etc. etc.
Podem me chamar de pessimista e negativista, eu aceito a derrota!)
Ao povo, o pão e o circo, isso é bem leninista, marxista, comunista, socialista e todas as m... de 'listas' assemelhadas. É porco demais manipular a massa na mídia, dar-lhe pão e um pouco de circo, mesmo na derrota!
Ah, se perdermos, o tom da campanha política para Outubro mudará seu rumo e seu discurso ufanista de sempre!
É pra pensar, minha gente, pensar muito:
Você gosta da Copa do Mundo?
Vocë gosta da Copa do Mundo aqui no Brasil?
Você gosta da Copa do Mundo a ponto de inverter os valores e trocá-la por nossos Hospitais e Escolas sucateados, sem incluir a péssima segurança pública?
Você gosta das Fifa e CBF, sorrateiras, astutas e podres?
Você gosta das mentiras que nos contam todos os dias?
Você gosta de você e dos seus?
Você gosta de futebol?
Você gosta do futebol e de seus 'deuses' e 'endeusados'?
Você gosta do Brasil?!...
Tenho dito sempre!
Pensem nisso mil vezes.

quinta-feira, maio 08, 2014

Choro quando vejo futebol do Brasil ser campeão do mundo!


Vou torcer pela Seleção e pelo hexa, mas com lágrimas nos olhos e n'alma.
Tinha 7 anos quando 'ouvi' o Brasil ser Bicampeão do Mundo em 1962, no Chile, pelas ondas do rádio. Os gols os vi no dia seguinte no 'tele-vizinho', já que a TV P&B era novidade recente no Brasil. Fiquei encantado ao ver os dribles, gols e firulas de Pele, Zagalo, Garrincha, Pepe e tantos outros. O Brasil, segunda vez, provava ao mundo ser bom de bola! Estávamos numa era de 'descobertas', de nos tornar um quase país desenvolvido.
Em 70, já à cores e no México, fomos tricampeões mundiais, dando um show espetacular de bola em todos os que por nós passaram.
Chorei, ah, como chorei naquela Copa de 70, até hoje a melhor de todas as que eu vi na TV! Afinal, amo meu país e seu futebol.
Já compreendia um pouco melhor o mundo ao meu redor, em anos duros.
Brasil, tricampeão! Lindo demais.
Passaram-se anos... 
O país mudou, a política mudou e a história e a maneira de escrevê-la também mudaram. Afinal, o 'muro de Berlim" tinha acabado, adeus guerra fria. Iríamos viver num mundo melhor e tornaríamos o Brasil melhor, também.
O Brasil foi tetra, transmissão via satélite em HD!
O Brasil foi penta, já em profundas transformações ocorrendo dentro de si, políticas, sociais, econômicas. Menos as transformações educacionais e morais!
No tetra e no penta, já não chorei mais ao ver o povo na rua vestido de verde-amarelo a comemorar as bolas nas redes.
O coração por dentro já chorava, pois nunca via meu País, meu amado País pentacampeão do mundo, melhorar substancialmente, com todos os valores agregados possíveis, por dentro e por fora, na política e fora dela.
E agora, sem ainda acontecer, nove irmãos brasileiros já morreram por causa dessa bendita e mal vinda Copa do Mundo, pois eu nunca vi meu País educado pra valer, com elevada qualidade!
Só assim mudaremos o País, políticos estúpidos e omissos. Só assim nos tornaremos 'primeiro mundo', como todo mundo prega por aí. 
Fazer o que, senão escrever e reclamar!? 
É o Brasil, que diz que vai pra frente, mas anda como caranguejo, dois passos pra trás e um pra frente...
E nós, povo, nos consolamos vendo a Copa na TV, enquanto nossos políticos continuam nos roubando, Copa a Copa, do Campeão ao hexa!
Hurra, hurra, hurra!
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Sou da área de comunicação faz tempo. Me recordo de matéria de jornal quando o ex-presidente João Figueiredo mandou o João Havelange, da antiga CBD (a mesma porcaria de caixa-preta fechada e cheia de poeira, da CBF de hoje!), às favas quando pediu-lhe que o Brasil recebesse uma Copa do Mundo, respondendo-lhe severamente:
- Você já viu as favelas que esse País tem? Suas palafitas, falta de estrutura?
Por isso, nunca colocarei o dinheiro da Nação numa Copa do Mundo.
(A Suécia, recentemente ouviu sua população, que negou a presença de um megaevento mundial em seu solo pátrio. A voz do povo é a voz da sabedoria!)
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Como torcer para a Seleção brasileira que o Felipão anunciou, se sequer fomos ouvidos para saber se queríamos ou não uma Copa do Mundo no Brasil, em 2014?
Nossas Escolas e Hospitais públicos estão um caos, nossas rodovias esfaceladas, nossa alma brasileira chateada, amargurada, com protestos nas ruas.
Como torcer pela Seleção? Como torcer com a eterna alegria brasileira de cada Copa verde-amarela?
Só chorando, com amargor no âmago d'alma, porque nunca poderíamos ter realizado essa Copa, aliás, mal organizada, cheia de roubos, furos, mentiras e sujeiras jogada na camisa da Seleção Brasileira! Coitado dos garotos que chutarão a bola, sequer imaginam o que a Nação chora com essa Copa do Mundo!
Rola a bola...
Eu espero urgentemente o apito final, na final no Maracanã, em julho.
Fora, Copa do Mundo. Faltou-lhe "Ordem e Progresso!"

sexta-feira, novembro 22, 2013

A Importância da Ética

A Importância da Ética
Stephen Kanitz

Antigamente, moral e ética eram transmitidos às novas gerações pelas classes dominantes, pela aristocracia, pelos intelectuais, escritores e artistas. Era uma época em que os nobres eram nobres, exemplos a ser seguidos por todos. Hoje isso mudou. Nossas lideranças políticas, acadêmicas e empresariais não mais se preocupam em transmitir valores morais às futuras gerações. Não existe mais o "noblesse oblige", a obrigação dos nobres, como antigamente. Poetas até enaltecem os nossos "heróis sem caráter".
Hoje, quem quiser adquirir valores morais e éticos nesse mundo "moderno" terá de aprender as regras sozinho. Portanto, para não perder tempo, vamos começar com a primeira lição.
Vou mostrar a importância de criar um código de ética com um exemplo real. Vou romancear os personagens para os proteger, mas a história é verdadeira.
Um amigo de infância, o Zeca, casou-se com a garota mais linda da nossa turma. Ela tinha uma irmã mais nova e mais bonita de 12 anos. Nosso comentário era que ele estava casando com a irmã errada, mas estávamos todos morrendo de inveja.
Após dois anos de casado, o Zeca acabou transando com a linda cunhada e foi prontamente descoberto pela esposa. Só falamos disso por seis meses. Ele se desculpou dizendo: "Não sei o que passou pela minha cabeça, ela simplesmente se entregou". Fato mais comum do que se imagina, fruto da rivalidade entre belas irmãs.
Muitos anos depois, cada vez que encontrávamos o Zeca tentávamos disfarçar nosso sorriso malicioso. Mesmo vinte anos se passando, toda vez que eu o encontro, a primeira imagem que me vem à mente é: "Lá vem o Zeca, aquele que transou com a cunhada".
Isso é totalmente injusto de minha parte, afinal seu crime não durou mais que meia hora, e ele nunca voltou a repetí-lo. Já sofreu e pagou seu pecado, e mesmo assim, vinte anos depois, nós ainda o estávamos condenando. Pelas leis brasileiras, ele já havia cumprido pena e seria perdoado.
Por isso as gerações mais velhas criam uma moral e uma ética, uma religião, uma filosofia de vida transmitida às novas gerações para que elas não façam besteiras que possam marcá-las para o resto da vida. Transgredir a moral e a ética de sua comunidade traz penas bem mais severas que transgredir as leis de seu país.
Ter uma religião e não seguir os preceitos que ela advoga, algo que ocorre com frequência, é o pior dos dois mundos: aí você não procura uma ética melhor que o satisfaça nem segue a ética determinada por sua religião.
Na semana passada ligou um amigo de meu filho e anotei o recado:
- O Alfredo, filho do Zeca, te ligou - avisei no almoço.
- O Zeca, aquele que papou a cunhada? - disse meu filho com um sorriso malicioso.
Acho que ninguém de nossa turma tem hoje inveja do Zeca. Ele não somente pagou o preço, mas esse preço vai ser pago agora por seus filhos, netos e talvez bisnetos. Posso até imaginar daqui a trinta anos um comentário desses:
- Não é o neto do Zeca, aquele que foi pego na cama com a cunhada?
Os filhos, netos e bisnetos de nossos políticos, homens públicos, líderes e artistas que romperam com a ética terão de conviver com o eterno tititi sobre seus pais e nunca saberão dos comentários ditos pelas costas.
Se você tem uma religião e não a pratica, se você odeia as pregações de moralidade que seus pais lhe impõem, isso não o exime de procurar um sistema de referência melhor para sua vida, seja uma outra religião, seja uma conduta filosófica, seja um simples livro de auto-ajuda.
As conseqüências podem ser muito mais severas que as leis impostas pelo Estado, como descobriu meu querido amigo Zeca, aquele que transou com a cunhada.

segunda-feira, agosto 26, 2013

Os Médicos e a Saúde Pública no Brasil

Para refletir:
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Os Médicos e a Saúde Pública no Brasil
Desde 2002, os Governos Lula e até agora, no Governo Dilma, muito se questiona a saúde pública do País.
É claro e óbvio que faltou aos mesmos vontade política, seriedade e controle sistêmico do processo para realizar políticas públicas sérias que:
1. Percebesse a carência dos profissionais do setor;
2. Direcionasse as Universidades brasileiras para incrementar a formação desses profissionais;
3. Realizasse ações integradas com o CFM - Conselho Federal de Medicina e demais órgãos colegiados para preencher as lacunas existentes nas unidades de saúde das cidades brasileiras;
4. Efetivasse sério planejamento para resolver os entraves da saúde pública no Brasil.
Ou seja, absoluta incompetência na gestão da coisa pública! Sem contar o estado caótico que UBS e Hospitais continuam enfrentando exatamente por causa dessa mesma incompetência administrativa.
Pense nisso!
Sem mais comentários.

sábado, julho 20, 2013

Você aí: VOCÊ ESTÁ SENDO MANIPULADO!


Você aí: VOCÊ ESTÁ SENDO MANIPULADO!
Fique atento e com senso crítico. Você está sendo manipulado pelo Governo e pelas mídias marrons pelo "Conceito de Hólon".
Hólon?: É simples: você faz parte da família, da rua, do bairro, do clube etc. Assim, "eu influencio você que, por sua vez, influencia o parente, o vizinho, o colega e eles, na sequência, fazem o mesmo, influenciando seus grupos de atuação.
Portanto, fique atento. São manobras para convencer você a qualquer custo!
(A palavra Hólon vem do grego Holos. O seu conceito descreve algo que é um todo em si mesmo e, simultaneamente, uma parte de um sistema maior.)
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Conceito de Hólon

Fundamentos
Arthur Koestler desenvolveu o conceito de hólon.
Segundo Koestler, partes e todo em sentido absoluto não existem. Todas as entidades, das moléculas aos seres humanos e destes aos sistemas sociais, podem ser consideradas todo no sentido de serem estruturas integradas e também partes de todos maiores, em níveis superiores de complexidade.
Os hólons são possuidores de duas tendências básicas: uma integrativa e outra auto-afirmativa. No que se refere ao ser humano, tomado aqui como exemplo, a tendência integrativa dá ao indivíduo a consciência gregária, que o faz sentir-se parte de um grupo, de uma sociedade, de um todo maior. É graças a ela que o ser humano exercita suas possibilidades de associação, de cooperação, de organização familiar e comunitária, de trabalho em grupo. Já a tendência auto-afirmativa lhe confere a consciência de sua individualidade, de se sentir como pessoa única e especial, diferenciado dos seus semelhantes pelas características originais de sua personalidade.
Essas duas tendências parecem opostas, e realmente são, mas, ao contrário do que pode parece à primeira vista, não são excludentes. A existência de uma não exclui e não desobriga a existência da outra. Pelo contrário, elas são complementares e devem estar em equilíbrio dinâmico. Isso quer dizer que de acordo com o momento e a situação que o indivíduo está vivendo, uma tendência pode e até deve predominar sobre a outra. Mas ambas precisam existir de forma hamônica para que se preserve o equilíbrio - e a saúde - do sistema.

Teoria de Hólon

Detalhamento
Uma das contribuições mais importantes para a análise dos sistemas sócio-ambientais, concebida por Arthur Koestler, foi o conceito de holon, como uma forma de contraposição aos extremos do reducionismo que valoriza a parte e aos exageros do holismo, que pretende a hegemonia do todo sobre as partes em todas as circunstâncias.
Ele juntou dois conceitos gregos – holos (que significa totalidade) e o sufixo – on (que significa parte ou partícula) – criando um neologismo para explicar as inter-relações existentes nos sistemas complexos.
"Os termos parte e todo são relativos e ambíguos. Uma parte, como geralmente usamos a palavra, significa algo fragmentado e incompleto, que não tem uma existência por si mesmo. O todo, ao contrário, é considerado como algo completo em si mesmo e dispensa qualquer explicação adicional." (KOESTLER, 1969).
"Mas, todos e partes, nesse sentido absoluto simplesmente não são excludentes e portanto coexistem no domínio dos organismos vivos e das organizações sociais." (KOESTLER, 1969).
"O que encontramos são estruturas intermediárias em diversos níveis e numa ordem ascendente de complexidade: partes que se revelam todos, ou vice-versa, de acordo com o modo como as observamos. Os fonemas, as palavras, as frases são todos, mas são também partes de um todo maior, assim como são as células, os tecidos, os órgãos, as famílias, os clãs e as tribos.
Os holons apresentam três características específicas, visíveis em qualquer tipo de sistema:
1.           Hierarquia. Significa ordem sagrada, indicando que todo sistema tem uma finalidade e está organizado hierarquicamente em relação à sua função e ao controle de seus processos internos.
2.           Códigos fixos. Dizem respeito às regras que sustentam a identidade do sistema e organizam a sua estrutura em profundidade e extensão. Contem os limites do sistema, aquilo que não pode ser mudado, que constitui o seu núcleo essencial. A maior parte das decisões tomadas com base nesses códigos são rotineiras, conservadoras e voltadas para a manutenção e para a permanência.
3.           Estratégias flexíveis. Dizem respeito à dinâmica e à flexibilidade do sistema, bem como às estratégias que ele usa para sobreviver. Expressam a autonomia do holon para criar, inovar ou se transformar.
A organização mental e a social dependem da existência do todo e das partes para sobreviverem. Uma mente ou uma sociedade sem estruturação hierárquica comportam-se de maneira caótica. Por outro lado, não existem sistemas monolíticos, padronizados em uma estrutura única. Os sistemas complexos são organizados em vários tipos de hierarquia entrelaçadas, a que se dá o nome de estruturas em rede. Cada um desses níveis da hierarquia detém uma forma autônoma de poder ou de controle, e eles podem ser rígidos ou elásticos, autoritários ou participativos, mas sempre existem. Assim, cada holon atua como uma unidade autônoma, tem uma individualidade, uma identidade; não podendo sofrer a hegemonia do todo sobre as suas partes.
A dicotomia entre o todo e as partes se manifesta na polaridade de duas tendências inerentes a cada holon: a integração e a auto-afirmação. Essas tendências ocorrem sob diferentes formas, nos vários níveis da hierarquia, como mostra a tabela abaixo. A polaridade dessas duas tendências constitui o núcleo da Teoria dos holons. O conceito de holon é dialético, comporta a harmonia e a dissonância, a análise e a síntese, o funcionamento e a oposição. O holon é o símbolo da contradição entre a parte e o todo, a autonomia e a dependência. Esse paradoxo é inseparável da vida das pessoas. Portanto não existe a hegemonia do todo sobre as partes.
Essas forças contraditórias existem potencialmente em todos os sistemas. São energias vitais, importantes e necessárias, mas que devem coexistir em equilíbrio dinâmico. É importante observar que essas características em si são neutras. A eficiência de seu uso é uma questão de grau. Se utilizadas em excesso, tornam-se negativas. Se inexistentes, geram estagnação. Existe um ponto de equilíbrio que precisa ser encontrado e respeitado para que o holon funcione de maneira adequada.
As tendências contraditórias dos holons atuam nos sistemas porque não existe organização sem antagonismos. Por isso, todos os sistemas vivos estão sujeitos às crises. Toda crise, seja qual for a sua origem, traduz-se por uma falha na regulação do sistema, ou seja, no controle de seus antagonismos. Por outro lado, os antagonismos irrompem quando há crise. Podem também deflagrar crises que estão em latência. Quando a crise se manifesta, a desordem se propaga no sistema. Quanto maior for a complexidade do sistema, maior é a possibilidade de desordem e, portanto, maior é o perigo de crise. Paradoxalmente, é também maior a capacidade do sistema para vencer suas dificuldades e tirar proveito delas para o seu desenvolvimento.
"O mundo atual, marcado pela velocidade das mudanças, é um mundo em crise. A palavra crise (do grego krisis) significa momento de decisão. Tomar decisão durante as crises é muito difícil, devido às incertezas que, quase sempre, estão presentes nesses momentos. Entretanto, dependendo da forma como é administrada, a crise pode ser benéfica, porque traz dentro de si a semente da inovação. Ao criar um impasse, a crise obriga a uma tomada de decisão."(MOURA, 1978).
Um organismo está em equilíbrio quando as tendências auto-afirmativas e integrativas de seus holons se contrabalançam mutuamente. Nos momentos de tensão ou de crise, esse equilíbrio se rompe e o holon tende a perder o controle. Sua auto-afirmação se transforma em agressividade, seja o holon um indivíduo, uma organização ou um sistema social maior. O holon superexcitado pode monopolizar suas funções em detrimento da totalidade e esta só funciona como todo se as partes funcionarem como partes.
Quando o processo se inverte, ou seja, quando há dependência excessiva, o poder do todo sobre as partes corrói a autonomia e a individualidade e o holon perde a sua identidade. Isto pode conduzir a uma regressão das tendências integrativas, levando a formas primitivas de relações objetais. Cria-se um abismo entre a identidade e a totalidade.
           Nos momentos de crise, a existência simultânea de paradigmas novos e velhos dificulta a tomada de decisão porque as diferentes visões de mundo e seus referenciais perceptivos específicos fazem com que cada um considere as alternativas e conseqüências de maneira personalizada. Em condições normais, as tensões surgidas nessas transações são passageiras. A decisão correta devolve o equilíbrio ao sistema, redirecionando-o para as suas finalidades. Isso explica porque as grandes mudanças, tanto nas pessoas como nos sistemas sociais, costumam acontecer após os períodos de crise.
Bibliografia
KOESTLER, Arthur. O fantasma da máquina. Rio de Janeiro: Zahar, 1969.
MOURA, Paulo C. O benefício das crises. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1978.
Fonte
http://www.profcordella.com.br/unisanta/textos/tgs12_nocao_e_teoria_do_holon.htm

quarta-feira, julho 17, 2013

O turismo tupiniquim, de meia tijela e "à la carte" do Brazil...

Aeroporto Internacional Itamar Franco - Rio Novo e Goianá - MG: Inativo



O turismo tupiniquim, de meia tijela e "à la carte" do Brazil...
Fatos - Reclames - Relatos - Negociações

Vila Trindade, Paraty - Rio de Janeiro, Brazil.
Raridade paradisíaca no Parque Nacional da Serra da Bocaina, decretado em 1972! De um lado, montanhas da Mata Atlântica. De outro, o mar intocável, praias virgens e a Vila, à beira-mar e sem asfalto. Apenas 1.400 moradores.
Na Mata Atlântica, na Costa Verde, Trindade é antiga vila de índios caiçaras. Seus descendentes, os "trindadeiros", mantêm tradições centenárias.
Bairro de Paraty, dista 23 km do centro da histórica cidade, apresenta estatística impressionante: em cada 100 - repito, 100 turistas estrangeiros que visitam Paraty, 60 visitam Trindade.
Na década de 1970 a Vila era 'alternativa', recebia hippies e andarilhos do mundo inteiro. Com passar dos anos e maior exposição de Paraty no trade internacional, a Vila Trindade evoluiu por forças próprias e sem rumo, de hippies para euros e dólares de ingleses, holandeses, argetinos, australianos, uruguaios etc. etc. Paulistas, cariocas, mineiros e etc. também.
Hoje, com 39 Pousadas e vários campings, Trindade recebe na alta temporada, feriados prolongados, Carnaval e Revellion média de 5.000 turistas nacionais e internacionais hospedados e mais 2.000 visitantes de Paraty nos períodos. O turismo receptivo é motor da economia local e quebra paradigmas entre tradições caiçaras e o avanço do turismo ambiental.
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Conheço a Vila Trindade. Lá morei 3 anos em períodos alternados, sendo 1,1 ano corrido. Minha irmã lá tem Pousada há 18 anos. A gerencio nos últimos anos quando ela e cunhado necessitam viajar a trabalho ou férias. Portanto, conhecimento de causa como cidadão e profissional de marketing.
Mas para o desenvolvimento sustentável do turismo ambiental da Vila Trindade faltam:
1. Presença atuante e sistemática de Secretarias de Turismo estadual e municipal, Embratur, Ibama e - porque não incluir, Universidade Federal do RJ e seus departamentos de Turismo e Meio Ambiente, para discutir políticas públicas para o turismo receptivo. A Vila mal sabe pronunciar "good morning" ou "breakfast"...;
2. Presença atuante do Sebrae-RJ preparando o turismo receptivo local com visão empreendedora e emparelhado com a AMOT - Associação de Moradores de Trindade (também até o momento despreparada para discussão de políticas públicas sócio-econômica-ambientais);
3. Centro de Recepção e Informações a turistas, trilingue, encaminhando visitantes estrangeiros e nacionais novatos;
4. Terminal de Banco 24 hs, atendendo necessidades locais e de visitantes;
5. Fiscalização atuante do Ibama - e departamentos, no controle sistêmico do Parque Nacional que divisa com a Vila. Invasões ilegais são históricas e periódicas. Idem para Polícia Florestal.
Dá tristeza ver a sujeira que volta-e-meia ronda praias naturais e o famoso Caixadaço (piscina natural) etc.
* * * * *
Não fosse o suficiente, vou de um extremo - turismo ambiental e ecológico, a outro, o turismo de negócios do novo
Aeroporto Internacional da Zona da Mata Mineira (Aeroporto Itamar Franco):
1. Obra agarrada há 11 anos, custosa de ser concluída, hoje em parte ociosa na atuação plena por falta de planejamento de gestão pública, sendo o quarto maior Aeroporto do País;
2. Goianá, pequena cidade rural a 34 km. de Juiz de Fora (a capital regional da Zona da Mata Mineira), divide com a cidade de Rio Novo a localização do Aeroporto. Mas políticas públicas incipientes tornam-o - ainda, um elefante branco, Falta tanto para colocá-lo 100% em operação. Mas trâmites da "burrocracia" o emperram, há 11 anos. Por isso, um quase "elefante branco"...
Relatos: Por MGTV, TV Integração, de Goianá - 11.01.2013:
...
Com a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, a expectativa é de aumento na movimentação do Aeroporto Regional da Zona da Mata. Inaugurado em novembro de 2011, o espaço passa por melhorias, e um dos principais objetivos agora é conseguir a internacionalização, segundo a direção."
...
Desde o início do funcionamento até o final de 2012, 87 mil passageiros utilizaram os serviços do Aeroporto Presidente Itamar Franco, sendo 65 mil apenas em 2012. De acordo com o diretor do terminal, Denílson Duarte, a expectativa é de um aumento de 20% para 2013 em relação ao ultimo ano. O quadro de funcionários também deve crescer cerca de 40%, de acordo com ele.
...
Atualmente são realizados quatro voos diários com destino único: Campinas. Há apenas uma companhia aérea, mas o diretor afirma que as grandes empresas já visitaram e gostaram do local. 'Elas saíram daqui sempre com um feedback muito positivo do nosso aeroporto, que já está virando uma referência nacional. Isso é muito importante para nós. O que surpreende também é que, além de companhias aéreas regulares de passageiros, também está crescendo muito aqui a aviação executiva', acrescenta o diretor.
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Vejamos as carências:
1. Presença atuante e sistemática de Secretarias de Turismo e Indústria e Comércio estadual e municipal (Goianá e Rio Novo sequer as constituíram ainda), Embratur (e outros, a lista é grande) - e porque não incluir, Universidade Federal de MG e de Juiz de Fora, seus departamentos de Turismo, Negócios, Comércio Exterior etc., para discutir e implantar políticas públicas para o turismo de negócios. Goianá e Rio Novo mal sabem pronunciar "good morning" ou "breakfast"...;
2. Presença atuante do Sebrae-MG preparando o turismo receptivo/emissivo local com visão empreendedora e emparelhado com Prefeituras, Associações Comerciais, Federação das Indústrias etc. regionais, pois as duas cidades ainda são despreparadas para a discussão de políticas públicas sócio-econômica-ambientais. Sim, ambientais, porque o impacto ambiental que uma obra portentosa como essa causará tem que ser previsto e, principal, as cidades preparadas para esse impacto;
3. Centro de Recepção e Informações a turistas, trilingue, encaminhando visitantes estrangeiros e nacionais nas duas cidades, turismo esse que fomenta o crescimento econômico e social da Zona da Mata Mineira;
4. Banco em Goianá agenciado, a cidade tem um caixa BB, um Banco cooperativado e terminal de serviços Bradesco atendendo necessidades locais e de visitantes;
Dá tristeza ver sonhos e esperanças dos moradores de Goianá sobre o "novo Aeroporto" e como ele beneficiará à cidade. Ainda falta muito.
Mas a exploração e valorização imobiliários já explodiu na cidade.
Há mais temas aqui a incluir, mas o artigo ficaria dantesco e gigantesco!
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Que País é este que trata sua maior pérola rara, o turismo (O maior PIB mundial na economia!), com tanta desfaçatez, falta de planejamento e visão de futuro?
Tenho dito!

quarta-feira, abril 03, 2013

Você é sábio e educado na internet?

Leia o artigo:
http://blogs.estadao.com.br/rodrigo-martins/2013/04/03/dicas-antes-de-comentar-qualquer-coisa-na-internet/?doing_wp_cron=1365013352.7148249149322509765625

A verdade está na cara, mas não se impõe (Arnaldo Jabor)


A verdade está na cara, mas não se impõe.
Arnaldo Jabor

O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, ’explicáveis’ demais.
Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!!!!!
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada!!!!!!!!
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos!!!!
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo!!!!!
Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz!!!!!
Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de ‘povo’, consegue transformara Razão em vilã, as provas contra ele em acusações ‘falsas’, sua condição de cúmplice e Comandante em ‘vítima’!!!!!
E a população ignorante engole tudo.. Como é possível isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados – nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito…
Está havendo uma desmoralização do pensamento.
Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?’
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!!!!!
Pior: que os fatos não são nada – só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de ‘gafe’.
Lulo-Petistas clamam: ‘Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos?’
Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista’. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de ‘finesse’ do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando….
Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em ‘a favor’ do povo e ‘contra’, recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o ‘sim’ e o ‘não’, teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Alguns otimistas dizem: ‘Não… este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades’!
(Dezembro de 201)
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Comentário de Dora Kramer no Estadão de domingo:
“A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente ‘Lula’ até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da liberdade de imprensa”.

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Repasse. É o mínimo o que podemos fazer diante de tanta corrupção!

terça-feira, março 26, 2013

A tragédia da incompetência - Época, Ruth de Aquino

Vem chuva aí, gente!... E a incompetência dos Governos vem junto!
A tragédia da incompetência - ÉPOCA | Ruth de Aquino

quinta-feira, fevereiro 28, 2013

Vácuo na representação legislativa | Congresso em Foco

Vácuo na representação legislativa | Congresso em Foco

Precisamos veemetemente externar nossas vozes cidadãs diariamente, fazendo com que os governantes nos escutem constante e atentamente. Afinal, a voz do povo é a voz de Deus!

sábado, janeiro 19, 2013

Vídeo inédito mostra assessor e amigo de ex-prefeito sacando dinheiro do combate às enchentes - ÉPOCA | Brasil

Vem chuva aí, gente!... 
Enquanto isto, eles roubam o dinheiro da sociedade que era destinado para o combate às enchentes, enquanto brasileiros morrem em cada chuva torrencial que ocorre.
Tome providências, Poder Judiciário!
Acorda, cidadão!
Vídeo inédito mostra assessor e amigo de ex-prefeito sacando dinheiro do combate às enchentes - ÉPOCA | Brasil